Apresentação

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Com as descobertas da química, da física e da biologia, as descobertas holográficas e quânticas, que informam respectivamente: 1) a influência da intencionalidade na produção de reações bio-químicas e físicas, 2) a energia – impulsos vibracionais -como a outra face da matéria e 3) a memória de tudo o que somos em cada célula de nosso corpo; tornou-se mais aceito o fato de que o adoecimento pode estar relacionado, a paralisia de nossa energia vital, o que provoca a perda da vitalidade essencial. Esta é uma compreensão dos processos que regem a relação saúde-doença, a partir de um olhar integrador das várias dimensões do Ser, humanas e espirituais, físicas e energéticas, sintomáticas e vibracionais.

Neste sentido a proposta de inclusão das Práticas Integrativas e Complementares em saúde – PICS no Sistema Único de Saúde – SUS, visa ampliar a perspectiva do cuidado nos processos saúde-doença, uma visão mais inclusiva dos processos de adoecimento, visando a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde e principalmente gerando oportunidades para o usuário do SUS acessar terapêuticas menos invasivas e com sem efeitos colaterais. Terapêuticas que visam potencializar os impulsos vibracionais e energéticos, que colaboram para reorganizar o sistema – corpo-alma – harmonizando as forças vitais e favorecendo os processos de expansão da consciência individual e coletiva.

A incorporação no Sistema Único de Saúde – SUS de novas práticas em saúde, regulamentadas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), através da Portaria 971 de 03 de maio de 2006, amplia a perspectiva do cuidado e desafia o modelo de atenção à saúde, especialmente a formação profissional. Desse modo, a inclusão das PICS está relacionada a investimentos na Educação Permanente em Saúde em direção à mudança do paradigma médico hegemônico no contexto contemporâneo, no que diz respeito à promoção ou prevenção de aspectos da saúde, dentro de uma visão integral do ser humano.

Tomando como referencia o conceito de saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS) a saúde pode ser definida como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças”, essa definição acarreta implicações legais, sociais e econômicas para os processos saúde e doença, bem como nos leva a uma reflexão sobre a integralidade do ser humano.

Nesse sentido, operar mudanças no modelo de atenção à saúde, apostar num modelo em que os sujeitos possam interagir, auto-conhecer-se e ser co-partícipe na formulação de sua saúde, significa investir na formação, especialmente a dos trabalhadores da saúde numa outra direção, sob pena de manter uma lei inoperante.